quarta-feira, 27 de junho de 2012
como na música, eu as vezes minto pra tentar ser metade do inteiro que eu sinto, e nunca consigo.
acho que vir pra essa cidade, ver aquelas pessoas de antes não me faz bem eu me sinto como se voltasse aos quinze anos e sentisse todos aqueles sentimentos confuso.
é tão terrível, meu Deus, nunca vai passar?? já tem tanto tempo e sinto como se fosse ontem.
eu me sinto fraca, vulnerável, sem saber...
hoje estava lembrando de outro relacionamento e pensando sobre pessoas efusivas , não sei se as deteeeesto ou se as amo. Bom, porque amá-las: são meus opostos o que eu não consigo "fazer", lá estão elas fazendo por mim, demostrando por mim, gritando por mim, se abrindo, chorando, rindo, gritando, morrendo de ser felizes ou sofrendo em demasiado pra todo mundo ver, saber, ficar beem entendido. Porque odiá-las: porque não acredito nelas, simplesmente isso, as considero tão cínicas porque essas pessoas são volúveis demais, incertas demais, se disserem que te amam hoje, é muito provável que amanhã achem alguém que amem mais.
na verdade acho que não gosto delas (essas pessoas) quanto mais alguem ta ali querendo mostrar o quanto ama fulano e gritando aos quatro ventos (principalmente em redes sociais), mais eu acho a pessoa chata, vazia e volúvel, desculpa, não consigo acreditar na necessidade de mostrar (provar) pros outros o quanto você ama o fulano. e eu deteeeesto que me chamem de amor (namorados) quando chamaram tantos outros da mesma forma, acho tãao falso, meu nome é mais original, me parece uma forma de não errar o nome. não generalizo, mas a experiencia que eu tive em relação a isso (eu que já era cheia de preconceitos com esses melzinhos públicos) só me mostrou que quanto mais facilidade a pessoa tem de te chamar de amor prá cá e pra lá, mais ela tem facilidade de perceber que na verdade você não era o amor dela, é foda né...
to estressada com um monte de coisas nesses últimos dias,sabe quando a culpa (a culpa de perceber seus erros idiotas em situações mais idiotas ainda) bate na sua porta e te pede pra entrar, você se resolve com ela a aceita, mas e aí? não vou pedir desculpa, não que não queria, mas essas minhas desculpas não cabem mais e eu me perdôo, não é assim? cada um que perdoe a si mesmo? doravante... mas esse relacionamento me trouxe aprendizado, o de nunca falar nada quando realmente não quiser falar, aprendi a respeitar meu tempo, (dói falar pra uma pessoa o que você não sente, mesmo que seja por educação).
é acho que hoje eu estou sendo a lorena de 15 anos querendo abrir o coração e jogar todas as minhas dores aqui, to precisando muito falar, to precisando me fazer voltar ser aquela que pelo menos tenta se reconhecer, tenho deixado tanta coisa passar, sabe, eu estou bem, mas quando penso bem profundamente, quando deixo tudo vir a tona, vejo que falta tanta coisa e que eu não corro atrás delas, não sei se é isso ou se eu apenas tenho tudo que eu quero aqui, do meu lado mas não quero aceitar, porque sempre quero o mais difícil (ou o impossível)....
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A vida é um constante "cadê?".
ResponderExcluirGK
eu gostaria de saber é onde encontramos essas constantes buscas =/
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