
aí um dia com seus dezesseis (quase dezessete) anos nas costa você percebe que não gosta do morno, eh quente ou é frio. aí você olha pra trás e vê que sua vida inteira foi toda uma coisa morna e mansa.
e aqueles dias de sorrisos largos e coração flutuante dão saudade, quando você chorava um caminhão pipa em um só dia, dá saudade, não pela dor, mas pela intensidade, pelos arrepios e pelos sentimentos confusos e profundos que eram SENTIDOS DEMAIS.
não que eu só queira extremos, mas eu quero extremos de vez em quando pra variar, e querendo ou não é você quem me desperta esses desejos de viver sem cercas. e quem me faz chorar ou sorrir háh- você denovo.. sempre ali e sempre você, sempre pra mim por te querer, as vezes bem pouquinho quase sumindo, as vezes de uma maneira que da pra levar confortável no peito esse querer, mas tem dias que você sobra em mim, que tem mais você que eu, que sou mais você e tudo pede sua atenção ficxada e exclusivamente em mim..
mas é só as vezes.
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