
De quando a gente via alegria em galhos de árvores quebrados encontrados pela rua, em caminhadas sem rumo. E a noite não passava nem morta em baixo de árvores imaginando ganchos a te pegar.
De qnd a gente nao ria nem falava de ninguém a não ser da turma de mulequinhos rivais, do bairro.
Das nossas brincadeiras humanas, dos clubinhos construidos com esforço e destruído com facilidade pelos nossos "arque-inimigos".
Dos navios piratas e até do papagaio no quintal da vovó.
Das vezes que ela, a vovó cochilava e saímos escondidos de casa, da cobra-cega na varanda, do pique-nique. Da olaria.
Das compras clandestinas no Tonho Menininho ou no Chico Mentira. Das cozinhas criativas feitas atrás da casa. da vida de pop-star na garagem do hotel.
De quando ficamos sozinhas no restaurante e roubamos vários picolés (depois juramos pagar mas isso nunca aconteceu haha).
Da disputa de quem conseguia comer mais salgadinho.
Das disputas de corridas.
Dos quartos bonitos das bonecas...
Da falta de preocupação, de responsabilidades, obrigações....
Mas somos obrigados a crescer!
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