
Hoje, confesso, acordei com vontade de ser feliz. Amarrei, até, no pulso o amor-perfeito que foi secando no meu peito e retomei a velha máxima: não deixar que qualquer angústia atinja o coração. Um castelo de areia, é tudo quanto quero para acostar o meu barco de papel. Aproxima os olhos da vertigem e estremece com a luz espessa, que brilha nos teus ombros. No céu do teu país, as estrelas podem ser barcos, se quiseres sulcar os mares do coração em desordem.
Graça Pires
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